quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

E sempre que me perguntam

de minhas resoluções de ano novo, eu digo que o ano ainda não começou.

E é verdade. Esses dias têm sido meio so(m)bra do último semestreano (porque eu vivi dois anos num só), e tudo o que sei é que nada começou. A viagem ao Chile foi meio que uma máscara de oxigênio, um lembrete de que eu preciso respirar e de tudo o que eu sempre quis pra mim. Ando suspensa pela reforma da casa que não é lar, pelas leituras incompletas e por tudo o que foi marcado para fazer depois. Penso em retomar planos antigos, em  aprender coisas novas, em  recriar uns laços, mas é tudo piegas, e piegas é pior que clichê. A verdade é que o plano é - como sempre foi - estar aberta a novas oportunidades. To take risks, to take a chance. Experimentar os abismos do caminho para casa.

Um comentário:

Cissa disse...

eu também.

um 2011 diferente, cheio daquilo que a gente sempre quis.